Artigos

1
jan

Balanço 2011

Balanço das atividades de 2011 do PoliGNU

18
dez

Simulador de financiamento

Já faz um tempo que fiz este programinha, mas só agora que eu publiquei o código-fonte. Então vai aqui um post de divulgação.

O programa realiza a simulação das parcelas que tomador terá que pagar dado alguns dados de entrada, incluindo o valor do empréstimo.

2
nov

Emacs: extraindo trechos para outros arquivos

Requisitos

Se tiver dificuldade com o tutorial, sugiro que faça o tutorial do emacs. Para acessá-lo, basta abrir o emacs e pressionar, mantendo a tecla control (Ctrl) pressionada, pressionar h, e em seguida pressionar t. De outro modo (como você logo se acostumará a ver)

  1. C-h t

Além da tecla control, a tecla alt (também chamada meta) é bastante usada. Como usual, vamos representar essa tecla por M, e M-d significa pressionar d mantendo alt pressionado (esse comando apaga a próxima palavra no buffer — a palavra que segue o cursor no emacs).

25
out

Palestra sobre computação na área de saúde

Na próxima quarta-feira, dia 26/10 haverá uma palestra do professor Marco Gutierrez, sobre projetos desenvolvidos no Serviço de Informática do InCor. É uma grande oportunidade para conhecer mais sobre projetos de engenharia de computação na área da saúde. 

21
out

Material da Oficina de Blog

 

Em nossa oficina de blog tocamos em algumas plataformas livres que podem ser utilizadas para construção de sites/blogs sem a necessidade de conhecimentos de programação.

Em seguida partimos para a parte prática, construindo blogs pessoais dos presentes com a plataforma Drupal (escolha dos presentes).

15
out

Automatizar ações do browser

Dica para automatizar programaticamente ações do seu browser: http://splinter.cobrateam.info/

Esse tipo de automação é muito usado em testes de aplicações web ou em aplicações que visam recolher dados dispersos pela web (web crawlers).

4
out

PoliGNU palestra na FEMA (Assis)

No dia 28 de outubro o PoliGNU, representado por Leonardo Leite, apresentou uma palestra sobre "Hack-ativismo, segurança e software livre" na FEMA (Fundação Educacional Municipal de de Assis). A palestra se deu no contexto da 22ª Semana de Informática desta faculdade, que conta com os cursos de graduação de Ciências da Computação, Análise de Sistemas e Processamento de Dados.

21
ago

A Pimenta e o Colírio

Por Carlos Eduardo Lins da Silva em 15/08/2011 na edição 655

Quando demagógica e oportunisticamente o premiê conservador David Cameron reagiu aos crimes cometidos pelo jornal News of the World com ameaças de mais controle estatal sobre a imprensa, não faltaram adeptos das “novas mídias” para aplaudir sua intenção e argumentar que se democracias maduras como o Reino Unido acham necessário limitar a liberdade dos meios de comunicação tradicionais, no caso das recentes, como a brasileira, fazer isso é até mais urgente.

7
ago

Grandes negócios para pequena mídia

Em 25 de janeiro deste ano, o diretor de tecnologia (CTO) do Facebook, Bret Taylor, declarou à revista de mídia tecnológica TechCrunch(AOL) que o foco da empresa em 2011 estaria na telefonia móvel e nas plataformas múltiplas baseadas no uso do código HTML5. As plataformas múltiplas, ou multi-plataformas, não dependem especificamente de nenhum sistema operacional: funcionam em todos eles. O HTML5 é a última versão do código HTML originalmente criado por Tim Berners-Lee para o desenho das páginas da web.

Taylor comentou ainda o sucesso do Google e da Apple no uso da última versão do código, apesar da versão anterior ainda ser amplamente dominante no mercado. Ainda há muito a fazer, em HTML5, mas o diretor aposta na adoção da linguagem, dizendo que, “apesar de sua `peculiaridade´, mais e mais o hiato entre as versões tende a diminuir”. O sucesso dos navegadores do Google (Chrome) e da Apple (Safari) dão lastro suficiente à declaração de Taylor: a nova versão da linguagem pode ser “esquisita”, segundo Taylor, mas é rápida e eficiente.

No dia 16 de junho, a revista Wiredanunciou que o Facebook está à beira de lançar a plataforma “Spartan”, para iPhones e iPads. A revista noticiou o projeto “secreto”, citando a fonte original: a reportagem de MG Sieglerpara a TechCrunchdo dia anterior. A plataforma virá toda em HTML5, e estará embutida no Safari móvel, o navegador portátil da Apple. A meta, segundo a mesma revista, é “usar os próprios recursos da Apple contra ela mesma, e `afrouxar´ o garrote que ela tem sobre aplicativos para telefonia móvel”, anotou a revista da AOL.

7
ago

Uma aula que abalou a indústria

Por Miguel Helft em 07/06/2011 na edição 645

Reproduzido da Folha de S.Paulo / The New York Times, 6/6/2011; intertítulos do OI

“Classe, este é o seu dever de casa: criar um aplicativo [ou “app”]. Fazer que as pessoas o usem. Repitam.”

Essa foi a tarefa para alguns alunos da Universidade Stanford, no outono de 2007, naquilo que ficou conhecido aqui como a “Classe Facebook”. Ninguém esperava o que ocorreu depois.

Os alunos acabaram conseguindo milhões de usuários para aplicativos gratuitos que eles criaram para funcionar no Facebook. E, com a entrada da publicidade, esses estudantes começaram a ganhar muito mais do que os professores.

A Classe Facebook fez disparar carreiras e fortunas de mais de duas dúzias de estudantes e professores daqui. Também ajudou a inaugurar um novo modelo de empreendedorismo que revolucionou o meio tecnológico: a novata enxuta.

“Tudo aconteceu muito depressa”, lembra Joachim De Lombaert, hoje com 23 anos. O aplicativo da sua equipe faturava US$ 3 mil por dia e se transformou em uma empresa que, mais tarde, foi vendida por uma quantia de seis dígitos.

Na época, os apps para Facebook eram uma novidade. O iPhone tinha acabado de chegar, e o primeiro telefone Android ainda demoraria um ano para surgir.

Mas, ao ensinar os alunos a construir apps simples, distribuí-los rapidamente e aperfeiçoá-los depois, a Classe Facebook encontrou o que se tornou o procedimento operacional para uma nova geração de empresários e investidores. As novatas exigiam muito dinheiro, tempo e pessoal. Mas, durante a última década, o software de fonte aberta gratuito e os serviços em “nuvem” reduziram os custos, enquanto as redes de anúncios ajudaram a trazer uma receita rápida. O fenômeno do app acentuou a tendência e ajudou a libertar o que alguns chamam de nova onda de inovação tecnológica.

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